É o poeta um
marinheiro da palavra
que avançando vai
por mares mais profundos
e que não sabe ao
certo aonde vai chegar,
mas, no entanto,
continua navegando
e enquanto a
inspiração as suas velas turge,
segue compondo as
odes do que é seu ofício.
Na entretanto dias
de total marasmo,
em que o vento
cessa e a nau detém-se,
e o poeta
aprisionado na apatia
nenhum poema ou
verso consegue compor.
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