segunda-feira, 14 de agosto de 2017

“Eu te dei o meu amor,
sem cobrança e verdadeiro,
fui sincero e fiel
e só o bem eu te quis.

Por mais que eu te amasse,
nunca foi suficiente
todo amor que eu te dei,
os carinhos demonstrados.

Foste-me sempre infiel,
outros braços procuraste,
meu amor o desprezaste,
recusaste o meu perdão.

Que lancinante em meu peito
a dor de a ti perder,
pois buscaste a alegria
no engano e na mentira.

Mesmo assim, por que te amo,
volta-te ao meu amor
e nada eu lembrarei
de tua infidelidade”.

Alguém leu este poema
de amor e perguntou-me:
“Fala de si o poeta?”
Respondi-lhe: “Fala Deus!”


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