“Eu te dei o meu
amor,
sem cobrança e
verdadeiro,
fui sincero e fiel
e só o bem eu te
quis.
Por mais que eu te
amasse,
nunca foi
suficiente
todo amor que eu te
dei,
os carinhos
demonstrados.
Foste-me sempre
infiel,
outros braços
procuraste,
meu amor o
desprezaste,
recusaste o meu
perdão.
Que lancinante em
meu peito
a dor de a ti
perder,
pois buscaste a
alegria
no engano e na
mentira.
Mesmo assim, por
que te amo,
volta-te ao meu
amor
e nada eu lembrarei
de tua
infidelidade”.
Alguém leu este
poema
de amor e
perguntou-me:
“Fala de si o
poeta?”
Respondi-lhe: “Fala
Deus!”
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