No orfanato, o
jovenzinho
lá habita a vários anos
e por mais que ele
demonstre
o amor que existe
nele,
nunca encontra uma
família
que em seu seio o
acolha.
Já deixou de ser
criança
no corpo que se
transforma,
mas no coração
ainda
tem os sonhos da
infância
e pede em orações
que Deus lhe
conceda pais.
Certa manhã, o
rapaz
sente-se em
melancolia
e abraçando a
cozinheira
sussurra ao seu
ouvido
que está cansado de
orar,
pois Deus não ouve
seus rogos.
Começou naquele
dia,
na alma do
rapazinho
germinar o
sentimento
de que o mundo é
injusto.
Então, a desesperança
foi-lhe fenecendo o
amor.
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