Já não sinto como
tais os meus irmãos
que a fé um dia
concedeu a mim.
Trago mágoas que me
sangram o coração
e lembranças que
encerram-me em meu claustro.
O amor por eles em
mim não existe
e querendo
perdoá-los não consigo.
Essa dor fere-me o
peito e a saúde
e eu sinto que me
tira a salvação.
Tenho procurado dar
o meu amor
aos pequenos que
encontro pela vida,
na esperança de
salvar-me não por méritos,
mas aliviando a dor
dos esquecidos.
Assim como o fogo
cessa com a água,
sei que a caridade
apaga os pecados.
Se pelas virtudes
não posso salvar-me,
que eu ressuscite
pela caridade.
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