sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017


O mundo tão egocêntrico –
que valoriza o consumo,
cerca-se de violência
e da cultura da morte –
é sal que não salga mais,
não destacando o sabor
que a vida em si contem.
Impera a cultura estéril
que não leveda intelectos,
que não fermenta as artes.


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